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13 mulheres que poderiam acabar com a dominação masculina nos rankings.

09 AGO 2017
09 de Agosto de 2017

No Hot 100 de 8 de julho, Rihanna acabou com o hiato de 12 semanas sem mulheres no Top 5 da lista – tempo mais longo que isso aconteceu desde 1972. Mas a música com a qual ela ocupou o ranking era uma participação. “Wild Thoughts” é de DJ Khaled e também conta com a colaboração de Bryson Tiller.

Duas semanas depois, no ranking datado em 22 de julho, Rihanna é a única mulher no Top 10 – comparada a 15 músicas feitas por homens ou com alguém do sexo masculino colaborando (três deles aparecem duas vezes: DJ Khaled, Justin Bieber e Quavo). A mulher com posição mais alta no ranking esta semana é Halsey com “Now Or Never” na 18ª posição, seguida por Julia Michaels com “Issues” na 19ª. E apesar de “Closer”, faixa do The Chainsmokers com a colaboração de Halsey ter liderado o Hot 100 por doze semanas no ano passado, a última mulher a chegar ao topo foi Sia, com “Cheap Thrills”, em agosto de 2016. E até mesmo nessa música, um homem colabora: Sean Paul. A última mulher a chegar ao 1º lugar sozinha? Adele, com “Hello”, em 16 de janeiro de 2016.

Há pouco tempo, as mulheres dominavam os rankings. No fim de 2014, artistas femininas solo ocuparam as primeiras cinco posições do Hot 100 por sete semanas consecutivas. Graças às parcerias, oito mulheres já chegaram a ocupar o top cinco de uma vez: Taylor Swift com “Shake It Off”; Meghan Trainor com “All About That Bass”; Iggy Azalea com “Black Widow”, parceria com Rita Ora; Tove Lo com “Habits (Stay High)”; e “Bang Bang” com Jessie J, Ariana Grande e Nicki Minaj.

Com as recém-lançadas faixas de Kesha, Demi Lovato e Selena Gomez, talvez o pêndulo possa voltar para o lado das mulheres. Mas, enquanto não podemos dar certeza, aqui estão 13 mulheres que gostaríamos que acabassem com a dominação masculina no Hot 100.
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